Sabia que a gestão de pessoas é importante dentro da advocacia? Escritórios e empresas que atuam no segmento jurídico devem dispensar cuidado especial a um dos seus maiores ativos: os colaboradores.

Nesse artigo vamos mostrar as consequências da má gestão de pessoas no negócio de advocacia. Descubra o que o seu negócio jurídico perde – ou deixa de ganhar – quando negligencia aspectos relevantes sobre as pessoas que atuam no dia a dia.

A importância da gestão de pessoas na advocacia

Os gerentes são responsáveis por erguer ou quebra um empreendimento. Um gerente inspirador motiva os funcionários e cria um ambiente que desperta a criatividade e a colaboração.

Já a má gestão cria um local de trabalho tóxico, onde os colaboradores são incapazes de mostrar todo o seu potencial. Ou seja, a má gestão é contrária à produtividade.

A gestão de pessoas no negócio de advocacia é uma parte fundamental. Na verdade, a boa gestão é o que garante resultados positivos, crescimento do negócio, melhoramento da imagem do escritório ou empresa no mercado, entre outros fatores.

Listamos abaixo as principais consequências de uma gestão de pessoas ineficiente em negócios jurídicos. Confira:

1. Alta rotatividade de funcionários

Uma das principais consequências da má gestão de pessoas é a elevada rotatividade. Quando a gestão não é realizada de maneira eficiente, os colaboradores tendem a abandonar suas posições e literalmente pedir demissão.

E quando muitos funcionários deixam a empresa, você ganha a reputação de ser um mau empregador. Comentário negativos podem ser publicados pelos ex-colaboradores, seja pessoalmente ou em sites e redes sociais.

Além disso, a rotatividade representa um custo para os empreendimentos jurídicos. Os processos de seleção geralmente são cansativos, burocráticos e acabam gerando gastos.

2. Baixa produtividade

A boa gestão de pessoas em negócios jurídicos é capaz de gerar produtividade. Afinal de contas, líderes e gestores podem inspirar o time de colaboradores a fazerem o melhor trabalho possível.

Já a gestão ineficiente faz o contrário, destrói a produtividade. É comum dizer que chefes dirigem e líderes lideram. Na prática isso significa que os chefes dão ordens, enquanto os líderes estão trabalhando em conjunto com o time.

A baixa produtividade é resultado de um ambiente de trabalho que não permite o desenvolvimento individual e coletivo. Imagine, por exemplo, um escritório em que todas as tarefas são realizadas de forma manual.

Nesse contexto, os colaboradores são demandados para tarefas burocráticas, que poderiam ser facilmente automatizadas. Isso gera desânimo, procrastinação e uma sensação de subaproveitamento da força de trabalho e habilidades do profissional.

3. Mais estresse e menos saúde

Trabalhar com um chefe ruim pode ser prejudicial para a saúde. Se você já se submeteu a um emprego repleto de burocracia, com superiores rígidos e sem poder de gestão, sabe que isso é verdade.

A má gestão de pessoas gera estresse nos colaboradores, o que compromete a saúde física e mental. Advogados e operadores do direito lidam constantemente com tarefas que exigem bastante, com prazos muitas vezes apertados.

Logo, o que esses profissionais menos esperam é um ambiente organizacional repleto de “ruído”, com má comunicação e nada inspirador.

3. Baixa reputação do negócio jurídico

Dentro do universo jurídico, reputação é a chave para atrair clientes e gerar receita. A profissão de advogado é uma das mais respeitadas do mercado, estando em pé de igualdade com a medicina, engenharia e outras carreiras relevantes.

Logo, é importante para as empresas que atuam nesse segmento manter uma imagem positiva. Isso só é possível através de uma gestão de qualidade, voltada para a produtividade e para o sucesso.

Quando a gestão se mostra deficiente, a reputação da empresa fica comprometida. Os colaboradores ficam insatisfeitos com o clima de trabalho, os clientes ficam insatisfeitos com atrasos e má prestação de serviços.

Como são tratadas as pessoas do seu escritório?

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