Tudo o que você precisa saber sobre processos eletrônicos.

Tudo o que você precisa saber sobre processos eletrônicos.

O processo eletrônico já é uma realidade no País. Criado como estratégia para facilitar o dia a dia dos operadores do direito, esse modelo de processo levanta controvérsias. Existem argumentos em sua defesa e argumentos contrários.

Nesse artigo vamos comentar sobre as vantagens e desvantagens do processo eletrônico, elencando os principais pontos positivos e negativos do modelo recém-implementado nos órgãos do judiciário brasileiro.

É inegável que o processo eletrônico trouxe uma série de evoluções ao Direito.
Listamos algumas delas abaixo para você conferir:

Celeridade processual.

Com a regulamentação da informatização dos processos judiciais no País, os processos se tornaram muito mais céleres. Se você é advogado há mais tempo, sabe como era a rotina diária de trabalho.

Era necessário imprimir a petição inicial, assinar de forma manual, levar até o Tribunal e protocolar. Tudo isso dentro do horário de funcionamento da repartição pública. Ou seja, era um trâmite muito mais burocrático.

Para acompanhar os prazos e andamentos processuais a realidade não era diferente. Era preciso consultar o Tribunal com frequência. Com o processo eletrônico, a carga de burocracia para os advogados foi reduzida consideravelmente.

Facilidade no acompanhamento de petições.

Com o processo eletrônico, enviar e acompanhar petições se tornou muito mais fácil. Podemos dizer que a informatização dos processos está facilitando a gestão e organização dos profissionais do Direito.

Agora os advogados podem enviar petições iniciais e intermediárias de forma remota. Não há mais a necessidade de comparecer ao Tribunal para protocolar as peças.

Outra vantagem é o reaproveitamento de informações que já foram inseridas no sistema. Para as petições intermediárias, o advogado pode utilizar dados que já foram cadastrados, o que gera economia de tempo.

Desvantagens do Processo Eletrônico.

Apesar de todas as suas vantagens, o processo eletrônico também apresenta alguns pontos fracos. Esse é um modelo em franco crescimento no País, mas que precisa ser repensado para atender com mais eficiência aos profissionais.

Resistência.

Boa parte dos advogados em atuação no País já está familiarizada com os recursos tecnológicos. No entanto, muitos ainda possuem dificuldades em lidar com processos eletrônicos.

Com a informatização dos atos processuais, cada vez mais profissionais estão sendo levados a se atualizar de forma compulsória. A existência de múltiplos sistemas – como veremos abaixo – dificulta ainda mais esse processo de aceitação cultural.

Descentralização.

Atuam no País mais de um milhão de advogados, que necessitam estar de olho nos prazos processuais, protocolar petições e realizar atos diversos. O processo eletrônico é descentralizado, o que pode acabar gerando transtornos no dia a dia.

São mais de 40 sistemas diferentes em funcionamento no Brasil, que atendem aos mais de 90 tribunais – nas mais diversas instâncias. As plataformas podem ser acessadas via navegadores como o Mozilla Firefox, Internet Explorer e Google Chrome.

Dentre esses sistemas, os principais são o PJe, o Projudi e o e-SAJ. Quem deseja realizar ou acompanhar atos processuais no TRF-4, no entanto, deve usar o e-Proc. Dessa forma, os advogados devem estar sempre migrando entre os sistemas.

Segurança.

Apesar de contar com métodos de verificação, como os certificados digitais, o processo eletrônico levanta dúvidas sobre a sua segurança.

Muitos acreditam que o sistema pode ser objeto de invasão maliciosa, por pessoas ou programas de computador. Dessa forma, dados poderiam ser alterados em desfavor de uma das partes.

Entretanto, o processo eletrônico apresenta muito mais vantagens do que desvantagens.
Se aplicado corretamente, torna a rotina da advocacia muito mais prática, com mais rendimento e produtividade.

Gostou das dicas? Bom, tenha em mente o seguinte: quando se trata de processos eletrônicos,
contar com a tecnologia adequada ao seu lado vai te ajudar a economizar tempo e dinheiro.

Para tanto, leve em consideração a aquisição de um sistema de automação para escritórios jurídicos e organize de vez a sua vida profissional. A automação da sua rotina jurídica te permite, por exemplo, acompanhar, receber e ler intimações judiciais, acabando com o drama da burocracia e da perda de prazos.

A POL é a líder de mercado em checagem, entrega e gestão de intimações judiciais, sejam elas dos Diários de Justiça (DJe) ou dos Sistemas Eletrônicos dos Tribunais (EPROC, PROJUDI, PJE).

Portanto, se você ainda tem alguma dúvida que a advocacia mudou, acesse o site da Publicações Online e automatize de vez o seu escritório.

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